Em grande parte falso Superinterpretada Certeza da evidência: moderada provisório C-VEG-05

Verduras ricas em oxalato (espinafre, folhas de beterraba, acelga) causam pedras nos rins; cada 100 mg de oxalato na alimentação aumenta o oxalato urinário em cerca de 2,7 mg.

Em resumo: O número está certo, mas a conclusão é exagerada: cada 100 mg de oxalato na alimentação aumenta o oxalato urinário em cerca de 2,7 mg em dietas controladas, mas em grandes coortes as verduras foram apenas um fator de risco modesto, e dietas ricas em vegetais foram associadas a menos cálculos; moderar o oxalato é uma recomendação para quem forma cálculos, e não para todos.
Conclusão: O número de 2,7 mg está correto, mas as verduras em geral não causam pedras nos rins; moderar o oxalato é uma recomendação para quem forma cálculos.

Afirmação original

Não há redação original em árabe disponível.

Tradução

Verduras ricas em oxalato (espinafre, folhas de beterraba, acelga) causam pedras nos rins; cada 100 mg de oxalato na alimentação aumenta o oxalato urinário em cerca de 2,7 mg.

Origem

Status da fonte
Editores do arquivo
Atribuição
Archive editors
Origem
https://eltayebat.com/rule/leafy-greens-cucurbits/
Incerteza da atribuição
Archive editorial text and study selection written by the archive operators, not necessarily by Elawady.
Mecanismo alegado

Dietary oxalate increases urinary oxalate and calcium-oxalate crystallisation.

Efeito na saúde alegado

Kidney stones.

População em questão

Everyone

Restrição geográfica feita por Elawady

none found

Avaliação científica

Em grande parte falso – Partes essenciais da afirmação não são sustentadas pelas evidências ou são fortemente exageradas.

Certeza da evidência: moderada – Novas pesquisas ainda podem influenciar a avaliação.

1. O que foi alegado?

Oxalate-rich greens cause kidney stones.

2. O que está comprovadamente correto?

Spinach is the main oxalate source; high spinach intake (>=8 servings/month) was modestly associated with stones in men (RR 1.30) and older women (RR 1.34). Dietary oxalate contributes to urinary oxalate (Crivelli 2020; Holmes 2001, I-VEG-118: 24-42% of urinary oxalate on controlled diets). The archive's figure is correctly reproduced: in controlled diets, urinary oxalate rises by about 2.7 mg per 100 mg of dietary oxalate within 50-750 mg/day (Mitchell et al., I-VEG-116, as cited in Bargagli 2020). Calcium oxalate stone formers with high urinary oxalate are advised to moderate oxalate-rich foods.

3. O que está errado ou exagerado?

The cohort authors concluded that the data 'do not implicate dietary oxalate as a major risk factor'; in free-living people the highest vs lowest quartile of dietary oxalate differed by only 1.7 mg/day in urinary oxalate (Taylor 2008, I-VEG-117). A vegetable- and legume-rich DASH diet was associated with markedly fewer stones (RR 0.55-0.60). Boiling removes 30-87% of soluble oxalate (Chai 2005, I-VEG-119), and eating calcium with meals reduces absorption. The archive's cited J Urol study is an animal model with an oxalate precursor, not green vegetables.

4. O que continua incerto?

The effect of very high spinach intake in specific populations (e.g. hot climates) is uncertain.

5. Quais estudos a sustentam?

Mitchell 2019 (I-VEG-116, 2.7 mg per 100 mg); Taylor 2007 (modest association); Holmes 2001 (I-VEG-118); Khan 2007 (rat model).

6. Quais estudos a contradizem?

Taylor 2007 (conclusion); Taylor 2008 (I-VEG-117, small effect on urinary oxalate); Taylor 2009 (DASH); Chai 2005 (I-VEG-119, cooking).

7. O que se aplica à Alemanha e à Europa?

Kidney-stone guidance in Europe advises adequate fluid and calcium, with oxalate moderation for recurrent stone formers.

8. O que se sabe sobre o Egito?

Kidney stones are common in Egypt; hydration is the key preventive measure (not reviewed in detail).

9. Que conclusão prática é adequada?

Para a maioria das pessoas, comer verduras não aumenta de forma relevante o risco de cálculos; quem forma cálculos deve receber orientação individual.

Detalhes da avaliação

Justificativa da certeza da evidência

Large cohorts (240,000 participants) found only a modest association between oxalate intake and stones in men and older women (RR ~1.2), none in younger women; the authors concluded that dietary oxalate is not a major risk factor. A DASH-style diet rich in vegetables and legumes was associated with 40-45% lower stone risk.

Qualidade da fonte

The archive's 2.7 mg figure does not appear in the abstract of the cited J Urol paper, which is a rat study using hydroxy-L-proline, not a human dietary-oxalate study.

Transferibilidade regional

US cohorts; transferable to Germany and Egypt with caution (Egypt has high stone prevalence linked to climate and fluid intake; not reviewed).

Exceções individuais

Recurrent calcium-oxalate stone formers, people with enteric hyperoxaluria or CKD may need to limit high-oxalate foods individually and ensure adequate calcium.

Abrangência regional da alegação
geral (biológica/médica)
Última revisão
26 de outubro de 2026 provisório

Evidências científicas em detalhe

Superinterpretada – Existe um achado real, mas a alegação tira dele mais do que os dados permitem (p. ex. associação tomada como causa, dados de animais aplicados a humanos, efeito pequeno apresentado como grande).

Pergunta de pesquisa: Do oxalate-rich greens cause kidney stones in the general population, and does each 100 mg dietary oxalate raise urinary oxalate by about 2.7 mg?

Pergunta de pesquisa em detalhe (PECO)
População
General population; calcium oxalate stone formers
Intervenção ou exposição
Dietary oxalate from spinach, chard, beet greens
Comparação
Low oxalate intake
Abrangência geográfica
universal biology; hot climates increase stone risk
Desfechos
  • incident kidney stones
  • urinary oxalate

Resultados dos estudos conforme relatados pelos autores. Nossa avaliação vem a seguir.

O que fala a favor da alegação?

  • Dietary oxalate raises urinary oxalate

    Mitchell T et al.. Am J Physiol Renal Physiol 2019 · PMID 30566003 · DOI 10.1152/ajprenal.00373.2018 Revisão narrativaresumo verificadorecém-adicionado

    Mitchell 2019 review incl. controlled-diet data.

    Resultado real
    2.7 mg urinary oxalate per 100 mg dietary oxalate (50-750 mg/day, 1,000 mg calcium), as cited in Bargagli 2020; diet supplies ~half of urinary oxalate; avoid oxalate-rich foods if stone former.
    Qualidade metodológica
    low-moderate (narrative review)
    Relevância
    direct for the number
    Limitações
    Narrative; figure verified via secondary citation.

    Publicação original

  • Dietary oxalate and kidney stones

    Taylor EN, Curhan GC. J Am Soc Nephrol 2007 · PMID 17538185 · DOI 10.1681/ASN.2007020219 Estudo de coorteresumo verificado

    Taylor & Curhan 2007 cohorts (240,000).

    Resultado real
    Spinach >=8 servings/month: RR 1.30 men, 1.34 older women; modest overall association.
    Qualidade metodológica
    moderate
    Relevância
    direct
    Limitações
    Authors concluded oxalate not a major risk factor.

    Publicação original

O que fala contra a alegação?

O que diz o conjunto das evidências?

Avaliação editorial com base nos estudos acima – não é, ela própria, um resultado de estudo.

Qual posição é mais bem sustentada?

The 2.7 mg per 100 mg figure is a correct reproduction of controlled-diet data, and stone formers with high urinary oxalate are advised to moderate oxalate-rich foods. In the general population, greens are at most a modest stone risk factor, and vegetable-rich (DASH) diets are associated with fewer stones.

Por que alguns estudos pesam mais

Large cohorts with stone outcomes outweigh physiological slopes; controlled diets explain mechanism.

Há uma relação causal estabelecida? Possível, não estabelecida Dietary oxalate raises urinary oxalate (causal mechanism), but a causal effect of normal greens intake on stones in the general population is not established.

Incerteza remanescente

Very high spinach intakes in hot climates; people with enteric hyperoxaluria or primary hyperoxaluria.

Conclusão justificada

The quantitative statement is correct; the sweeping claim that greens cause kidney stones is overstated.

Por que os estudos parecem discordar?

Controlled diets (Holmes 2001; Mitchell) show a larger dietary contribution than free-living cohorts (Taylor 2008) because calcium co-intake, measurement error and range of intake differ.

Isso depende do país?
Efeitos biológicos gerais
Universal physiology.
Hábitos alimentares
High heat and low fluid intake in Egypt increase stone risk; molokhia and spinach are common.
Origem do alimento
Oxalate content depends on plant and preparation (boiling removes 30-87% soluble oxalate).
Contaminantes
not applicable
Condições nacionais de produção
not applicable
Regras legais
not applicable
Dados reais de monitoramento
not applicable

Uma diferença regional que altere a conclusão não é sustentada por dados robustos.

Reverificação estatística
  • Implied urinary increment at realistic intakes – 250 mg/day -> +6.8 mg/day (linear). recalculado
  • Relative size of quartile difference – +1.7 mg/d = 4.4-6.5% of median excretion. recalculado
Certeza do conjunto das evidências (GRADE, simplificado)
Desfecho principal
Incident kidney stones with higher greens/oxalate intake (general population)
Nível inicial
baixa (estudos observacionais)
Motivos para rebaixamento
  • inconsistency (sex/age-specific)
Resultado
baixa

Avaliação simplificada feita por um único revisor, seguindo a abordagem GRADE; não é um painel GRADE formal. O GRADE avalia o conjunto das evidências para um desfecho, não estudos individuais.

Diretrizes clínicas e posicionamentos oficiais verificados
  • American Urological Association: Medical Management of Kidney Stones: AUA Guideline (2026) Part I (PMID 42529981) (2026) · Publicação original
    PubMed abstract only: provides dietary measures for patients with calcium stones to reduce recurrence; specific oxalate wording not visible in the abstract (full guideline page not accessible).
Estratégia de busca

Buscas bibliográficas documentadas para esta revisão (termos de busca na sintaxe original da base de dados).

Base de dadosDataBuscaProcurandoResultadosIncluídos
PubMed26 de outubro de 2026("dietary oxalate" OR "oxalate intake") AND ("urinary oxalate") AND (determinants OR "24-hour" OR cohort)evidências a favor95
PubMed26 de outubro de 2026(kidney stone* OR nephrolithiasis) AND (guideline[pt] OR "practice guideline"[pt] OR guideline[ti]) AND (diet* OR oxalate) AND (medical management OR prevention)diretrizes22
Europe PMC26 de outubro de 2026(spinach OR "leafy vegetables" OR "vegetable intake" OR "plant-based") AND (nephrolithiasis OR "kidney stone") AND (cohort OR "meta-analysis") AND (risk)evidências contrárias671
Europe PMC26 de outubro de 2026"dietary oxalate" AND "urinary oxalate" AND "2.7 mg"evidências a favor10
PubMed26 de outubro de 2026(Egypt[tiab] OR Egyptian[tiab]) AND (urolithiasis OR "kidney stone*" OR nephrolithiasis) AND (diet* OR oxalate)ambas as direções22
AUA website26 de outubro de 2026https://www.auanet.org/guidelines-and-quality/guidelines/kidney-stones-medical-mangement-guideline (HTTP 404); PubMed record of AUA 2026 guideline useddiretrizes0

Questões em aberto

Effect in people with primary hyperoxaluria (reported in Egyptian families) - an individual exception requiring medical advice.

Com que profundidade isto foi verificado?

8 estudos vinculados: 0 verificados no texto completo (0 deles com avaliação estruturada do risco de viés), 8 com base no resumo, 0 apenas bibliograficamente. Ainda não houve avaliação formal com dois revisores independentes nem revisão independente por especialistas humanos.

Última revisão científica: 26 de outubro de 2026

Histórico do veredito
  1. 25 de outubro de 2026 · Fase 1 · Avaliação inicial: Em grande parte falso (moderada)
  2. 26 de outubro de 2026 · Fase 4 (revisão sistemática das evidências) · Reexaminado com evidências ampliadas; veredito inalterado: Em grande parte falso (moderada)
    The 2.7 mg per 100 mg figure, previously "not verified", is now verified as a correct reproduction of the controlled-diet literature (Mitchell 2019 as cited by Bargagli 2020). This corrects the review text but does not change the verdict on the causal claim.
    Novas fontes: I-VEG-116 I-VEG-117 I-VEG-118 I-VEG-119

Em linguagem simples

O espinafre e algumas outras verduras contêm oxalato, uma substância presente na maioria das pedras nos rins. Em grandes estudos, as pessoas que comiam mais oxalato tinham um risco apenas ligeiramente maior de cálculos, e os autores concluíram que o oxalato da alimentação não é um fator de risco importante. Pessoas com uma alimentação rica em vegetais, frutas e leguminosas tinham, na verdade, muito menos pedras nos rins. O estudo em animais citado pelo arquivo não testa vegetais.

Estudos sobre esta alegação

Estudos que sustentam a alegação (2)

  • Oxalate precursor and kidney crystals in rats

    Khan SR et al.. J Urol 2007 · PMID 17870111 · DOI 10.1016/j.juro.2007.06.046
    Estudo em animaiscitado pelo arquivo Tayebatresumo verificado

    Rats fed an oxalate precursor developed kidney crystals that partly cleared after stopping it.

    O estudo sustenta a alegação específica? Incerto · Qualidade metodológica: baixa · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Test oxalate reduction in rats

    Como o estudo foi feito?

    Animal experiment

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    Rats

    O que foi realmente encontrado?

    Crystals formed, partly reversible

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    Not applicable

    O que os resultados significam no dia a dia?

    No direct meaning for vegetable eating.

    Quais são as limitações do estudo?

    Animal; precursor

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Very indirect

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Low

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot show greens cause stones in humans.

    Detalhes científicos →

  • Dietary oxalate raises urinary oxalate

    Mitchell T et al.. Am J Physiol Renal Physiol 2019 · PMID 30566003 · DOI 10.1152/ajprenal.00373.2018
    Revisão narrativaverificação cruzada independenteresumo verificado★ estudo-chave

    About half of urinary oxalate comes from food; a cited controlled-diet estimate is 2.7 mg more urinary oxalate per 100 mg eaten.

    Confirms the 2.7 mg per 100 mg figure and advice for stone formers to avoid oxalate-rich foods.

    O estudo sustenta a alegação específica? Em parte · Qualidade metodológica: baixa · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Review the role of dietary oxalate in stones.

    Como o estudo foi feito?

    Narrative review.

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    Not applicable.

    O que foi realmente encontrado?

    Diet contributes about half of urinary oxalate; restriction advised for stone formers.

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    2.7 mg per 100 mg (cited).

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Kidney-stone patients may need to limit spinach-type foods; others usually do not.

    Quais são as limitações do estudo?

    Narrative.

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Number correct; general causal claim overstated.

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Universal.

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot show that greens cause stones in healthy people.

    Detalhes científicos →

Estudos que contradizem ou limitam a alegação (4)

  • Dietary oxalate and kidney stones

    Taylor EN, Curhan GC. J Am Soc Nephrol 2007 · PMID 17538185 · DOI 10.1681/ASN.2007020219
    Estudo de coorteverificação cruzada independenteresumo verificado★ estudo-chave

    Highest oxalate intake raised stone risk only modestly (about 20%) in some groups; authors: not a major risk factor.

    O estudo sustenta a alegação específica? Não · Qualidade metodológica: alta · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Oxalate and stones

    Como o estudo foi feito?

    Cohorts

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    240,681

    O que foi realmente encontrado?

    Modest or no association

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    RR ~1.2

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Greens not a major stone risk.

    Quais são as limitações do estudo?

    FFQ

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Contradicts general claim

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Moderate

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot address stone formers specifically.

    Detalhes científicos →

  • Vegetable-rich diet and kidney stones

    Taylor EN et al.. J Am Soc Nephrol 2009 · PMID 19679672 · DOI 10.1681/ASN.2009030276
    Estudo de coorteverificação cruzada independenteresumo verificado★ estudo-chave

    People with a diet rich in vegetables, fruit and legumes had about 40-45% fewer kidney stones.

    O estudo sustenta a alegação específica? Não · Qualidade metodológica: alta · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    DASH and stones

    Como o estudo foi feito?

    Cohorts

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    ~240,000

    O que foi realmente encontrado?

    Fewer stones

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    RR 0.55-0.60

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Vegetables protect rather than harm.

    Quais são as limitações do estudo?

    Observational

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Contradicts claim

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Moderate

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot prove causation.

    Detalhes científicos →

  • Usual dietary oxalate changes urine oxalate only a little

    Taylor EN et al.. Clin J Am Soc Nephrol 2008 · PMID 18650406 · DOI 10.2215/CJN.01410308
    Estudo transversalverificação cruzada independenteresumo verificado★ estudo-chave

    People eating the most oxalate excreted only 1.7 mg/day more oxalate than those eating the least.

    Small effect of usual dietary oxalate on urinary oxalate.

    O estudo sustenta a alegação específica? Não · Qualidade metodológica: moderada · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Find determinants of urinary oxalate.

    Como o estudo foi feito?

    Cross-sectional cohort analysis.

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    3,348 adults.

    O que foi realmente encontrado?

    Small dietary oxalate effect; vitamin C, BMI, diabetes matter.

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    +1.7 mg/d (Q4 vs Q1).

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Ordinary amounts of greens hardly change kidney-stone chemistry.

    Quais são as limitações do estudo?

    Cross-sectional; imprecise intake.

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Limits the claim.

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Transferable.

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot exclude effects of very high intakes.

    Detalhes científicos →

  • Boiling greens removes much of their oxalate

    Chai W et al.. J Agric Food Chem 2005 · PMID 15826055 · DOI 10.1021/jf048128d
    Estudo de medição / de resíduosverificação cruzada independenteresumo verificado

    Boiling cut soluble oxalate by 30-87% in nine vegetables; steaming removed less.

    Boiling removes 30-87% of soluble oxalate; preparation modifies exposure.

    O estudo sustenta a alegação específica? Em parte · Qualidade metodológica: moderada · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Measure oxalate loss with cooking.

    Como o estudo foi feito?

    Food analysis.

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    9 vegetables.

    O que foi realmente encontrado?

    Boiling most effective.

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    30-87% reduction.

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Boiled greens (water discarded) contain far less soluble oxalate than raw juice.

    Quais são as limitações do estudo?

    No human outcomes.

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Limits the generalisation; supports the juicing-specific risk.

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Universal.

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot show stone risk directly.

    Detalhes científicos →

Estudos com resultados mistos ou incertos (2)

  • Where urinary oxalate comes from

    Crivelli JJ et al.. Nutrients 2020 · PMID 33379176 · DOI 10.3390/nu13010062
    Revisão narrativaverificação cruzada independenteresumo verificado

    Dietary oxalate contributes to urinary oxalate, modified by gut bacteria and calcium.

    O estudo sustenta a alegação específica? Em parte · Qualidade metodológica: moderada · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Review oxalate

    Como o estudo foi feito?

    Review

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    Not applicable

    O que foi realmente encontrado?

    Diet contributes; gut bacteria modify

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    Not applicable

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Calcium with meals and moderation help stone formers.

    Quais são as limitações do estudo?

    Narrative

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Context

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    High

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot quantify stone risk.

    Detalhes científicos →

  • Diet supplies a sizeable share of urine oxalate

    Holmes RP et al.. Kidney Int 2001 · PMID 11135080 · DOI 10.1046/j.1523-1755.2001.00488.x
    Outroverificação cruzada independenteresumo verificado

    In controlled diets, food supplied 24-42% of urinary oxalate, and more (53%) when calcium intake was low.

    Diet contributes 24-53% of urinary oxalate, depending on calcium intake.

    O estudo sustenta a alegação específica? Em parte · Qualidade metodológica: moderada · Certeza da evidência: ver a avaliação geral da alegação

    Publicação original · Detalhes científicos

    O estudo explicado de forma simples
    O que os pesquisadores queriam descobrir?

    Quantify dietary contribution to urinary oxalate.

    Como o estudo foi feito?

    Controlled feeding.

    Quantas pessoas, animais ou amostras foram estudados?

    Healthy adults (n not in abstract).

    O que foi realmente encontrado?

    Dietary share 24-53%.

    Qual foi o tamanho do efeito observado?

    See results.

    O que os resultados significam no dia a dia?

    Eating calcium with oxalate-rich greens reduces oxalate absorption.

    Quais são as limitações do estudo?

    Small, physiological endpoint.

    O que ele diz sobre a alegação específica de Elawady?

    Mixed.

    Os resultados se aplicam à Alemanha e à Europa?

    Universal.

    O que explicitamente não pode ser concluído deste estudo?

    Cannot show stone risk.

    Detalhes científicos →

Contexto regional

Alemanha / UE

Kidney-stone guidance in Europe advises adequate fluid and calcium, with oxalate moderation for recurrent stone formers.

Egito

Kidney stones are common in Egypt; hydration is the key preventive measure (not reviewed in detail).

O que se aplica no meu país?

Avaliação científica geral

Em grande parte falso O número de 2,7 mg está correto, mas as verduras em geral não causam pedras nos rins; moderar o oxalato é uma recomendação para quem forma cálculos.

As seguintes áreas da segurança dos alimentos são relevantes para esta afirmação:

  • Pesticidas e resíduos de pesticidas
  • Contaminantes (metais pesados, PFAS, PCBs, dioxinas, nitrato)
  • Patógenos (Salmonella, Campylobacter etc.)

Frutas e hortaliças

Escolha um país para ver as informações verificadas sobre ele.

Limites: as regras legais descrevem o que é permitido, não o que cada alimento contém. Os dados de medição vêm de amostras e só são significativos junto com os detalhes do método.

País de residência ou de compra Comparar com outro país

Referências

  1. Dietary oxalate and calcium oxalate nephrolithiasis.. Khan SR et al.. J Urol 2007 · PMID 17870111 · DOI 10.1016/j.juro.2007.06.046
  2. Dietary oxalate and kidney stone formation.. Mitchell T et al.. Am J Physiol Renal Physiol 2019 · PMID 30566003 · DOI 10.1152/ajprenal.00373.2018
  3. Oxalate intake and the risk for nephrolithiasis.. Taylor EN, Curhan GC. J Am Soc Nephrol 2007 · PMID 17538185 · DOI 10.1681/ASN.2007020219
  4. DASH-style diet associates with reduced risk for kidney stones.. Taylor EN et al.. J Am Soc Nephrol 2009 · PMID 19679672 · DOI 10.1681/ASN.2009030276
  5. Determinants of 24-hour urinary oxalate excretion.. Taylor EN et al.. Clin J Am Soc Nephrol 2008 · PMID 18650406 · DOI 10.2215/CJN.01410308
  6. Effect of different cooking methods on vegetable oxalate content.. Chai W et al.. J Agric Food Chem 2005 · PMID 15826055 · DOI 10.1021/jf048128d
  7. Contribution of Dietary Oxalate and Oxalate Precursors to Urinary Oxalate Excretion.. Crivelli JJ et al.. Nutrients 2020 · PMID 33379176 · DOI 10.3390/nu13010062
  8. Contribution of dietary oxalate to urinary oxalate excretion.. Holmes RP et al.. Kidney Int 2001 · PMID 11135080 · DOI 10.1046/j.1523-1755.2001.00488.x

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